A toxina botulínica e o ácido hialurônico são dois dos procedimentos mais comuns para combater os sinais do envelhecimento no rosto. Os procedimentos têm resultados distintos e podem ser complementares em alguns casos.

Na hora de optar por um ou por outro o dermatologista ou o cirurgião plástico deve avaliar o método mais adequado para cada paciente dependendo do motivo das rugas, linhas de expressão ou outros fatores estéticos.

São procedimentos médicos, então precisam de diagnóstico e tratamento. Hoje em dia está muito banalizado e profissionais não médicos aplicam sem critério nenhum.

Os pacientes devem procurar apenas profissionais qualificados pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica ou pela Sociedade Brasileira de Dermatologia para realizar os procedimentos, mesmo que não sejam tão invasivos como a cirurgia plástica.

O médico especialista poderá avaliar o caso de cada paciente e indicar o tipo de tratamento adequado. É comum levar em conta quatro fatores antes de se decidir o melhor procedimento estético. Observa-se a pele, a camada de gordura, a musculatura e o estado dos ossos na região.

Enquanto a pele costuma ser tratada com laser, o ácido hialurônico pode ser indicado quando há perda óssea ou de gordura, e a toxina botulínica para correções no músculo.

A toxina botulínica costuma durar de quatro a seis meses, dependendo do produto utilizado, da quantidade, e das características de cada paciente. Em músculos que trabalham muito, a duração é menor do que naqueles que ficam em repouso.

Essa regra também vale para o ácido hialurônico, mas os resultados são mais duradouros. Enquanto os menos concentrados duram de 12 a 15 meses, os produtos com maior concentração podem chegar a durar dois anos.

Outra diferença é que a reaplicação do ácido ocorre em doses menores. Já a toxina botulínica, para manter o efeito, precisa ser reaplicado por completo, e o tempo mínimo de espera entre uma aplicação e outra costuma ser de quatro meses.

Em alguns casos, o ácido hialurônico e a toxina botulínica podem ser recomendados para um mesmo tratamento. Não há contra-indicações, mas não é recomendado que esses procedimentos sejam realizados junto com o laser.

É preciso tomar cuidado para não exagerar. A chave de tudo é pensar mais nas expressões e movimento e muito menos em remover todas as rugas. É mais importante um olhar descansado do que nenhuma ruga ao redor do olho, por exemplo.

Cirurgia Plástica em Santos
Dra. Ana Lúcia Lemos | Cirurgiã Plástica CRM 85.517
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
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Clínica de Cirurgia Plástica em Santos
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