A decisão se a prótese de silicone vai ficar por baixo ou por cima do músculo peitoral, depende mais da indicação do cirurgião plástico, feita após avaliação das características físicas, da espessura da pele e do tamanho do tórax e das mamas.

Todas as mulheres têm dois músculos peitorais protegidos por uma fina camada chamada fascial. As glândulas mamárias, responsáveis pela produção de leite, ficam por cima dessa camada.

Quando a prótese de silicone é colocada abaixo da glândula mamária e acima do músculo, é chamada de subglandular (silicone acima do músculo). Já quando o implante fica abaixo do músculo, é chamado de submuscular.

O plano em que o implante é colocado possui relevância com relação à projeção da prótese e a harmonia com a silhueta do corpo da paciente. Por isso, é importante entender as diferenças entre as técnicas de colocação da prótese de silicone.

Subglandular
Nesta técnica, insere-se a prótese de silicone logo abaixo da glândula mamária e por cima do músculo peitoral, permitindo uma integração plena do implante aos tecidos da mama. É a opção mais indicada para as mulheres que tem uma espessura adequada de pele, glândula e gordura para cobrir as bordas da prótese de silicone e atribuir maior naturalidade ao resultado da cirurgia plástica.

Submuscular
A técnica é indicada para as mulheres mais magras e que possuem muito pouco tecido mamário. Neste tipo de paciente se o implante não for também recoberto pelo músculo os seus limites ficarão muito marcados e o resultado estético perderá a naturalidade.

Embora ofereça resultados esteticamente muito bons é necessário que o cirurgião plástico tenha boa experiência com esta variante técnica de aumento das mamas. O músculo que vai receber a prótese de silicone tem que ser convenientemente tratado, de maneira que ele não desloque o implante para cima ou durante os movimentos.

Por fim, é importante saber que nenhuma técnica pode ser considerada melhor do que a outra. Isso porque cada mulher tem suas particularidades e limitações, em termos de condições físicas e estilo de vida, e somente um cirurgião plástico capacitado pode analisar e recomendar a técnica ideal.

Dra. Ana Lúcia Lemos | Cirurgiã Plástica CRM 85.517
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Registro de Qualificação de Especialista | RQE 18.555

Clínica de Cirurgia Plástica em Santos
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Dra. Ana Lúcia Lemos, CRM-SP 85517 / RQE 18555.
Médica cirurgiã plástica, formada pela Faculdade de Ciências Médicas de Santos há mais de 20 anos e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica

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