Ao longo dos anos, as técnicas da cirurgia plástica para o contorno corporal avançaram bastante. Um destes avanços foi a criação da miniabdominoplastia. Em geral, é feita juntamente com a lipoaspiração, chamada de minilipoabdominoplastia.

Esta técnica é indicada para remover a sobra de pele na parte inferior do abdômen, geralmente em pessoas magras ou dentro do Índice de Massa Corporal (IMC) normal, com mínima sobra de pele e com a chamada diástase dos músculos retos abdominais.

Gravidez, perda de peso importante e envelhecimento são fatores de risco para desenvolver flacidez na região abdominal inferior. Estas condições podem resultar em uma dobra de pele que, em muitos casos, é esteticamente desconfortável.

A miniabdominoplastia é uma cirurgia plástica como outra qualquer e isso é importante para que o paciente entenda a complexidade do procedimento. Entretanto, quando comparada a uma abdominoplastia tradicional, traz algumas vantagens.

Um dos benefícios da minilipoabdominoplastia é que, na maioria dos casos, preservamos o umbigo do paciente. Na técnica tradicional, é preciso reconstruir essa estrutura. Outro ponto é a cicatriz é menor e fica ainda mais oculta em trajes íntimos ou de banho.

A cicatriz é muito parecida com a da cesárea. Por fim, é retirada uma menor quantidade de pele e musculatura dos retos é fechada em toda a extensão.

Outra vantagem da minilipoabdominoplastia é que o paciente consegue retornar às atividades em um prazo menor, quando comparado à técnica tradicional. É um procedimento seguro, sem necessidade de posições forçadas de flexão e permite ao paciente retornar às atividades da vida diária, como trabalhar, num prazo menor, em torno de 15 a 21 dias.

Por outro lado, apesar das vantagens da minilipoabdominoplastia, a indicação é muito específica. A indicação desta técnica é para pacientes dentro do peso normal, mais jovens, com localização alta do umbigo e com uma sobra de pele na parte inferior do abdômen e diástase dos retos abdominais. Aquele famosa ‘dobra de pele’ que não é eliminada por meio de exercícios, tratamentos estéticos ou perda de peso.

Embora o tempo de recuperação seja menor em relação a uma abdominoplastia, os cuidados no pós-operatório são bem parecidos. É fundamental que o paciente siga todas as recomendações para um bom restabelecimento.

O uso da cinta cirúrgica, o repouso relativo, uma boa alimentação e sessões de drenagem linfática são alguns cuidados no pós-cirúrgico. Além disso, é preciso evitar pegar peso e fazer exercícios físicos em torno de 45 dias ou mais, de acordo com a recomendação do cirurgião plástico.

Dra. Ana Lúcia Lemos | Cirurgiã Plástica CRM 85.517
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Registro de Qualificação de Especialista | RQE 18.555

Clínica de Cirurgia Plástica em Santos
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