Nem a SBCP (Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica) nem a SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia) recomendam o uso do PMMA (polimetilmetacrilato) para fins estéticos. Segundo o CFM (Conselho Federal de Medicina), quando usado em grandes quantidades, o PMMA não é seguro, tem resultados imprevisíveis a longo prazo e pode causar reações incuráveis, como inflamações, nódulos, necrose e até a morte.

Há vários produtos biocompatíveis e seguros, como o ácido hialurônico, que faz parte do corpo e é absorvível. O PMMA é barato e o material é permanente, ou seja, não é absorvido pelo corpo e pode causar deformações, mas as pessoas se enganam com mentiras e promessas de resultados.

Ácido hialurônico é um tipo de açúcar presente em grande quantidade no organismo, em especial nas cartilagens, articulações e, claro, em nossa pele. Apesar de presente em nosso organismo desde o nascimento, o ácido hialurônico tende a se tornar mais escasso ao longo do processo de envelhecimento natural da pele. Esta alteração compromete especialmente o preenchimento da pele, que ganha rugas, marcas de expressão e torna-se cada dia mais flácida. Por isso, a melhor maneira de controlar o avanço dos sinais da idade é a aplicação tópica ou cirúrgica do ácido hialurônico.

Dra. Ana Lúcia Lemos | Cirurgiã Plástica CRM 85.517
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Registro de Qualificação de Especialista | RQE 18.555

Clínica de Cirurgia Plástica em Santos
(13) 99790.2280 | (13) 3271.7065 | (13) 3231.5184
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