A ginecomastia é o aumento do volume mamário devido ao desenvolvimento exagerado da glândula mamária em homens, que pode ser tanto unilateral como bilateral. O aumento das mamas em homens causa grande constrangimento no convívio social.

É comum a queixa de desconforto ou dor na região da mama em pacientes com ginecomastia. Alguns queixam-se de inchaço nas mamas nos dias mais quentes. Contudo, pode ser assintomática e mesmo assim causar problemas psicológicos e emocionais, devido ao constrangimento e a baixa autoestima.

Em alguns casos, o problema pode ser observado até mesmo por cima da roupa, o que faz com que muitos homens acabem se excluindo do convívio social. A cirurgia plástica se tornou a solução para que esses homens voltem a ter uma vida normal.

Na maioria das vezes, a causa da ginecomastia é desconhecida. Os exames nestes casos costumam ser todos normais, sendo a única alteração o aumento do volume de uma ou ambas as mamas, sendo palpada no exame físico a glândula mamária na região atrás da aréola.

Entre as causas conhecidas, uma das mais comuns é o uso crônico de certas medicações. A lista de medicações que podem causar ginecomastia é imensa. Em adultos jovens uma causa comum associada ao aumento do volume da glândula mamaria é o uso de anabolizantes, utilizados para o ganho de massa muscular em frequentadores de academia.

O uso de drogas, como a maconha, e o abuso de bebidas alcoólicas também são outras causas possíveis. Alterações hormonais como as causadas por doenças de tireóide e a hipófise também podem causar ginecomastia, assim como a insuficiência renal e a cirrose.

O aumento do volume das mamas também pode ser secundário ao acúmulo de gordura na região do tórax anterior. Estes casos são chamados de pseudoginecomastia e são mais comuns em pacientes que estão acima do seu peso ideal. Esta não é considerada uma ginecomastia verdadeira, e sim o acúmulo de gordura que é tratado através da técnica de lipoaspiração.

A cicatriz da cirurgia plástica fica na divisão da parte pigmentada com a pele normal, na borda inferior da aréola, para torná-la menos aparente. Muito importante no pós-operatório é a utilização da malha compressiva por um período de 3 a 4 semanas. A retomada às atividades habituais de trabalho e estudo ocorre, em média, após 7 dias.

Dra. Ana Lúcia Lemos | Cirurgiã Plástica CRM 85.517
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Registro de Qualificação de Especialista | RQE 18.555

Clínica de Cirurgia Plástica em Santos
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