Baseada no princípio da cura pela semelhança, o semelhante pode curar o semelhante, o tratamento homeopático consiste em fornecer a um paciente, cujos sinais e sintomas indiquem uma doença, doses extremamente pequenas de substâncias que produzem os mesmos sintomas em pessoas saudáveis.

A homeopatia também facilita a solução de traumas emocionais e favorece a superação mais rápida das diversas crises que fazem parte do crescimento humano, desde a gestação, amamentação, infância, adolescência, fase adulta, senescência e terceira idade, gerando, portanto, a adequação em cada estágio com consequente progressão normal.

A princípio, toda doença pode ser tratada com homeopatia, sendo que o método é muito procurado para doenças alérgicas, respiratórias em pediatria e emocionais, como ansiedade, depressão, entre outros.

A homeopatia é uma especialidade raiz, ou seja, tem atuação em todas as outras especialidades, em determinadas patologias como coadjuvante do tratamento convencional.

Em casos de doenças como o câncer, por exemplo, quando o paciente se submete a um tratamento, muitas vezes agressivo ao organismo, a homeopatia pode entrar como tratamento complementar. Nesses casos, ela atua para melhorar as reações adversas geradas pela quimioterapia e radioterapia, como a perda de apetite, enjoos, reações dermatológicas, sem contar, claro, com o equilíbrio emocional do paciente.

O medicamento homeopático é preparado em doses mínimas, ditas infinitesimais, de modo que, na sua utilização, não são desenvolvidos efeitos colaterais nem há contraindicações registradas. Já o tempo de resposta do organismo ao tratamento homeopático não deve ser visto como moroso, pelo contrário, esse é um mito relacionado a essa terapêutica. A homeopatia é uma terapia reacional e isso pode ser entendido da seguinte forma: a ação do medicamento desperta a reação do organismo. Ao iniciar essa reação curativa, o tempo de tratamento e a cura são dependentes da capacidade do organismo. O que se observa é que em uma medicação bem indicada, mesmo em casos considerados graves ou em casos agudos, o paciente pode responder rapidamente às primeiras doses do medicamento.

Dra. Ana Lúcia Lemos | Cirurgiã Plástica CRM 85.517
Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica
Registro de Qualificação de Especialista | RQE 18.555

Clínica de Cirurgia Plástica em Santos
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